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Oficina Limites e Poderes de Ver |
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João Guimarães Rosa escreveu que “os olhos são a porta do engano”, e por isso é preciso duvidar do que se vê. O cinema impõe ao espectador um jogo do olhar - entre o que se vê, o que não se vê e o que se imagina. Por um lado, há o espectador que se submete passivamente ao engano. Por outro, há a consciência do engano e uma participação ativa na escritura fílmica.
Os filmes, frutos da maneira de ver daqueles que os realizam, nos trazem realidades diversas. Eles podem tanto reproduzir o estado das coisas como colocar em questão os clichês estabelecidos e nossa visão pré-concebida do mundo, produzindo novas formas de ver e pensar. Nesse caso, o que os filmes nos dão a ver? De que modo as imagens nos mostram o mundo?
A oficina propõe analisar e discutir algumas questões sobre a criação audiovisual e a capacidade artística de interrogar o mundo. A partir da leitura de textos e exibições de obras clássicas, modernas e contemporâneas, serão debatidas formas de recepção, análise e compartilhamento das imagens.
// Locais de Realização: // Uberlândia / 1 a 5 de junho 2009 // Governador Valadares / 15 a 19 de junho 2009 // Guaxupé / 22 a 26 de junho 2009
// Processo Seletivo: // Ficha de inscrição
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