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// AFFONSO UCHOA (São Paulo, SP) // Diretor do filme “Mulher à Tarde”
Affonso Uchoa nasceu em São Paulo (SP) e vive e trabalha em Contagem (MG). “Mulher à Tarde” (longa-metragem, em finalização) Direção, roteiro e edição (2009) / “Desígnio” (curta-metragem, 35mm) Direção, roteiro e edição (2009) - Projeto premiado na 3a Edição do Prêmio de Estímulo ao Audiovisual Filme em Minas- Biênio 2007/2008 / “Húmus” (videoperformance) Co-direção, montagem e live images (2007) - Apresentada no projeto Terças Poéticas, no palácio das artes, em 11/09/2007 / “Ou a noite incompleta” (curta-metragem, vídeo) Co-direção, fotografia e montagem (2005/2006) - Exibido na Primeira Amostra Universitária, evento realizado no Espaço Usiminas Belas Artes, pelo Departamento de Comunicação Social, em agosto de 2006; Exibido na Mostra do Filme Livre, na cidade Rio de Janeiro, em 2007; Exibido na V Mostra Minas de cinema e vídeo.
// ALEXANDRE VERAS (Fortaleza, CE) // Debatedor / “O Singular e o Comum"
Coordenador do Alpendre-Casa de Arte, Pesquisa e Produção, onde desenvolve atividades de coordenação e curadoria de mostras, seminários, cursos, exposições e outros. Desde 2000 vem desenvolvendo trabalhos em documentário, vídeo-dança e instalações, dentre eles: “Partida”, “Marahope 14/07” e “O Regresso de Ulisses”, “As Vilas Volantes”, “Máscara ou Pertença”, “Só tenho um norte”, “O Gesto , a Voz, o Olho” e trabalha com formação em oficinas de história, teoria, linguagem e prática de vídeo-dança, vídeo-arte e documentário. É diretor artístico do “Terceira Margem”, encontro que trabalha com as relações corpo e imagem.
// ANDRÉ BRASIL (Belo Horizonte, MG) // Curador do Seminário e Mostra do Projeto TECER
Com doutorado em Comunicação pela UFRJ, André Brasil é Professor da PUC Minas, onde integra a equipe do Centro de Experimentação em Imagem e Som (Ceis) e do Programa de Mestrado. Participou da comissão de seleção e do juri de festivais e editais públicos, entre eles, Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, Forum Doc, Videobrasil e DOC TV. Em 2006, fez a curadoria da MostraVídeo do Itaú Cultural. Recebeu, com André Amparo, a Bolsa Vitae de Artes, através da qual desenvolveu o documentário “Tempos Suspensos” (2001). Atualmente, desenvolve o projeto audiovisual “Ensaio sobre o inacabado”, com incentivo do Filme em Minas. É colaborador da Revista Cinética.
// ANDREA TONACCI (Roma, Itália) // Diretor do filme “Serras da Desordem”
Nasceu em Roma na Itália em 01/09/1944. Em 1953 a família transfere-se para São Paulo, Brasil, onde reside até hoje. Dirigiu e fotografou curtas e médias metragens até 1970 quando realizou o clássico “Bang Bang”. Foi um dos primeiros a utilizar equipamento de vídeo portátil no Brasil, e entre 1977 e 1984, realiza ampla documentação de culturas indígenas das Américas. Profissionalmente produz, escreve, dirige e fotografa documentários, ficções e institucionais. É pesquisador de linguagem áudiovisual e atualmente dirige a ExtremArt, pequena empresa produtora, finalizadora e prestadora de serviços, dedicada à produção independente.
// CAO GUIMARÃES (Belo Horizonte, MG) // Debatedor / “O Documentário Brasileiro Contemporâneo” e diretor do filme “Acidente”
Cao Guimarães, cineasta e artista plástico, nasceu em 1965 em Belo Horizonte, Brasil, onde vive e trabalha. Desde o fim dos anos 80, exibe seus trabalhos em diferentes museus e galerias como Tate Modern, Guggenheim Museum, Museum of Modern Art NY, Gasworks, Frankfurten Kunstverein, Studio Guenzano, Galeria La Caja Negra e Galeria Nara Roesler. Participou de bienais como a XXV e XXVII Bienal Internacional de São Paulo e Insite Biennial 2005 (San Diego/Tijuana). Alguns de seus trabalhos foram adquiridos por coleções como Fondation Cartier Pour L’art Contemporain, Tate Modern, Walker Art Center, Guggenheim Museum, Museu de Arte Moderna de São Paulo, MoMA NY, Instituto Cultural Inhotim, entre outros. Seus filmes já participaram de diversos festivais: Festival de Locarno (2004, 2006 e 2008), Mostra Internazionale d'Arte Cinematografica di Venezia (2007), Sundance Film Festival (2007), Festival de Cannes (2005), Rotterdam International Film Festival (2005, 2007 e 2008), Festival Cinema du Réel (2005), Festival Internacional de Documentários de Amsterdam – IDFA (2004), Festival É Tudo Verdade (2001, 2004 e 2005), Las Palmas de Gran Canaria International Film Festival (2008), Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2004 e 2006), Festival do Rio (2001, 2004, 2005, 2006), Sydney International Film Festival (2008), entre outros.
// CEZAR MIGLIORIN (Rio de Janeiro, RJ) // Debatedor / “O Roteiro, ainda?”
Cezar Migliorin é professor, realizador e ensaísta concentrado no cinema e no audiovisual. Nos últimos anos teve seus trabalhos em vídeo apresentados em mostras na Tate Modern (Londres), Centre George Pompidou (Paris) e Museu Patio Herreriano (Espanha). Possui diversos artigos publicados em livros e revistas e é colaborador da Revista Cinética. Membro do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense e professor do departamento de Cinema e Vídeo. Doutor em Comunicação e Cinema (Eco-UFRJ / Sorbonne Nouvelle, Paris III).
// CARLOS NADER (São Paulo, SP) // Debatedor / “O Singular e o Comum” e diretor do filme “Pan Cinema Permanente”
Entretecendo linguagens que vão do documentário clássico à videoarte, Carlos Nader é acima de tudo um ensaísta. Entre seus temas principais estão a questão da identidade, a sensação do tempo e a relação do homem com a câmera, numa era extremamente midiatizada. Seus vídeos foram exibidos em centros culturais de mais de 20 países (como o MOMA de NY em 1999, o Stedelijk de Amsterdã e a Tate Modern de Londres em 2007 ) e veiculados em mais de uma dezena dos principais canais de TV internacionais (como o inglês Channel 4 e o Franco-Alemão ARTE). Entre os prêmios que recebeu estão o Mondial de la Vídeo de Bruxelles (1993), o Internationaler Videokunstpreis da ZKM (1998) na Alemanha, o Grande Prêmio de Cinema Brasil de Melhor Vídeo (2000), o de Melhor Documentário Brasileiro no É Tudo Verdade e o Prêmio Especial do Júri da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) (2008).
// CLÁUDIA MESQUITA (Florianópolis, SC) // Debatedora / “O Singular e o Comum”
Cláudia Mesquita é professora do Curso de Cinema da Universidade Federal de Santa Catarina. Fez mestrado e doutorado na Universidade de São Paulo. Atua como pesquisadora e realizadora de documentários. Co-dirigiu, com Junia Torres, "Nos olhos de Mariquinha" (2008). Publicou, com Consuelo Lins, o livro "Filmar o real - sobre o documentário brasileiro contemporâneo" (Jorge Zahar Editor, 2008).
// CÉSAR GUIMARÃES (Belo Horizonte, MG) // Debatedor / “A Invenção da Cena”
César Guimarães é Doutor em Literatura Comparada pela UFMG e professor do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da FAFICH-UFMG. Pesquisador do CNPq, desenvolve atualmente a pesquisa "Figuras da experiência no documentário contemporâneo". É autor de "Imagens da memória" (Ed. da UFMG) e organizador, dentre outros, de "O comum e a experiência da linguagem" e "Comunicação e experiência estética" (ambos pela editora da UFMG). É editor da revista Devires: Cinema e Humanidades.
// CLARISSA CAMPOLINA (Belo Horizonte, MG) // Coordenadora do Projeto TECER
Clarissa Campolina graduou-se em Comunicação Social - habilitação Radialismo e Televisão - em 2000, pela UFMG – e atualmente cursa a Pós-Gradução “Artes Plásticas e Contemporaneidade” na Escola Guignard. Sócia fundadora da TEIA, desde 2002 realiza projetos autorais na área audiovisual. Participou de 15 filmes como assistente de direção e de 14 como montadora. Como diretora, realizou vídeos documentários e experimentais, exibidos em festivais no Brasil e no exterior. Trecho, seu primeiro curta em 35 mm, foi lançado no 39º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, onde recebeu os prêmios de Melhor Filme, Melhor Fotografia e Melhor Montagem. Atualmente, Clarissa desenvolve o projeto de seu primeiro longa metragem co-dirigido com Helvécio Marins Jr, Girimunho, e está em fase de distribuição do seu média-metragem, Notas Flanantes.
// CLARISSE ALVARENGA (Belo Horizonte, MG) // Mediadora do debate sobre Documentário Brasileiro Contemporâneo
Clarisse Alvarenga é Mestre em Multimeios (Unicamp, 2004), atua como pesquisadora e realizadora no campo do Audiovisual.
// CLÉBER EDUARDO (São Paulo, SP) // Professor oficina TECER em Uberlândia - MG e Debatedor / “O Roteiro, ainda?”
Crítico, professor, diretor e curador. Mestrando em Ciências da Comunicação na USP, é professor de Teoria do Audiovisual e orientador de monografias no bacharelado em Comunicação Audiovisual do Senac-SP. Atuou como jornalista e crítico no jornal Diário Popular e na revista Época, e foi redator da Contracampo. Curador da Mostra de Tiradentes nos anos de 2007, 2008 e 2009. É diretor, roteirista e montador dos curtas Almas Passantes (2008) e Rosa e Benjamin (2009), ambos realizados em parceria com Ilana Feldman.
// EDUARDO COUTINHO (São Paulo, SP) // Diretor do filme “Moscou”
“Moscou” é o 11º longa-metragem de Eduardo Coutinho. É também a sua sexta parceria com a produtora Videofilmes. Depois de um início de carreira dividido entre a ficção e o documentário, Coutinho optou pelo segundo a partir de uma profícua passagem pelo programa Globo Repórter, na década de 1970. “Cabra Marcado para Morrer” (1964-1984), seu acerto de contas com a História e com um projeto do passado, tornou-se um grande clássico do cinema brasileiro. Mais recentemente, iniciou uma fase muito produtiva com a realização seguida de sete filmes em 10 anos: “Santo Forte” (1999), “Babilônia 2000” (2000), “Edifício Master” (2002), “Peões” (2004), “O Fim e o Princípio” (2005), “Jogo de Cena” (2007) e “Moscou” (2009) A solidez do método de Coutinho e sua sensibilidade para ouvir pessoas comuns são frutos de laboriosa reflexão sobre o seu ofício ao longo de inúmeros documentários em vídeo realizados nos anos 1980 e 1990, entre os quais se destacam Santa Marta: “Duas Semanas no Morro” (1987) e “Boca de Lixo” (1992).
// EDUARDO JORGE (Fortaleza, CE) // Debatedor / “O Roteiro, ainda?”
Eduardo Jorge, (Fortaleza, 1978). Escritor. Atualmente cursa o Mestrado em Teoria da Literatura pela UFMG.
// FELIPE BRAGANÇA (Rio de Janeiro, RJ) // Diretor do filme “A Fuga da Mulher Gorila”
Felipe Bragança, 28, é diretor, produtor e roteirista premiado: diretor-assistente e roteirista de “O Céu de Suely” (Karim Ainouz), roteirista da série da HBO Latin America, “Alice”, e co-roteirista do longa-metragem de estréia de Eduardo Valente (exibido este ano em Cannes), “No meu Lugar”. Com três curtas premiados na filmografia e apresentaod em mais de 50 festivais de cinema, acaba de escrever o roteiro do novo filme de Karim Ainouz (“Sunlit Berlin”) e se prepara para rodar seu primeiro filme em 35mm, intitulado “A Alegria”, novamente em parceria com Marina Meliande e com patrocínio da Petrobras.
// ILANA FELDMAN (São Paulo, SP) // Debatedora / “Aquele Querido Mês de Agosto”
Ilana Feldman é pesquisadora, crítica e realizadora. É doutoranda em Cinema e Audiovisual na Universidade de São Paulo, mestre em Comunicação e Imagem pela Universidade Federal Fluminense e graduada em Cinema também pela Universidade Federal Fluminense. É colaboradora das revistas eletrônicas Cinética e Trópico (UOL), tendo realizado alguns filmes como diretora e roteirista.
// JOSÉ CARLOS AVELLAR (Rio de Janeiro, RJ) // Debatedor / “Iracema, uma Tranza Amazônica”
José Carlos Avellar é crítico de cinema; autor de uma coletânea de textos que se encontra em www.escrevercinema.com e dos livros “O chão da palavra” (Rocco, 2007) “A ponte clandestina” (Edusp e 34) e “O cinema dilacerado” (Alhambra, 1986), entre outros; ex-diretor da Riofilme (1994 - 2000); consultor do Festival de Cinema de Berlim desde 1980. Atualmente é curador da sala de cinema do Instituto Moreira Salles.
// IVO LOPES ARAUJO (Fortaleza, CE) // Diretor do filme “Sábado à Noite”
Nascido em Fortaleza em 1977. Formou-se em cinema na Universidade Estácio de Sá no Rio de Janeiro, onde realizou seus primeiros trabalhos autorais, e parcerias. Em 2003 retornou a Fortaleza, onde vem transitando pelas mais diversas áreas da produção artística local, ligado aos grupos Alpendre e Alumbramento, do qual é sócio fundador. Entre seus trabalhos autorais, os mais conhecidos são: “Esperança, Uma Folha Que Cai” e “Sábado à Noite”. Produziu a vídeo-instalação “Livro Livre” ( 2006 / 2007), dirigiu o episódio “Praia do Futuro: aqui o tempo se perdeu” integrante do longa-metragem “Praia do Futuro”, ambos trabalhos coletivos da Alumbramento, co-dirigiu juntamente com Ricardo Pretti o curta “A Amiga Americana” Como diretor de fotografia, destacam-se “As Vilas Volantes de Alexandre Veras”, “O Grão”, “Dos Restos e Das Solidões”, “Quando o vento sopra” e “A Montanha Mágica” de Petrus Cariri, este último vencedor do prêmio de melhor fotografia do 18º Cine Ceará, o curta “As corujas” de Fred Benevides e vem realizando trabalhos em Recife e Belo Horizonte.
// JOÃO DUMANS (Belo Horizonte, MG) // Mediador do Debate de Pré-Estréia do Filme “Mulher à Tarde”
João Dumans é pesquisador de cinema. Foi programador do Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes, curador do Cineclube Curta Circuito e curador assistente da Mostravídeo Itaú Cultural. Participou de comissões de seleção e programação de festivais como o forum.doc.bh e o Festival Internacional de Curtas Metragens de BH. Foi assistente de direção do filme “Os Residentes”, de Tiago Mata Machado. Atualmente trabalha na pesquisa e desenvolvimento de roteiro do diretor Marcelo Gomes.
// KARIM AÏNOUZ (Fortaleza, CE) // Debatedor / “O Roteiro, ainda?” e diretor do filme “O Céu de Suely”
Nasceu em Fortaleza, Ceará. Formou-se em arquitetura pela Universidade de Brasília e fez mestrado em Teoria do Cinema pela Universidade de Nova York. Realizou vários curtas-metragens e documentários, entre eles “O preso” (1991), “Seams” (1993), “Paixão nacional” (1994) e “Hic Habitat Felicitas” (1996), que foram exibidos em inúmeros festivais internacionais. Seus trabalhos como artista visual foram exibidos nas Bienais de São Paulo e do Whitney Museum of American Art. Seu primeiro longa-metragem, “Madame Satã”, foi selecionado para a mostra Un Certain Regard do Festival de Cinema de Cannes em 2002 e recebeu mais de 40 prêmios em festivais nacionais e internacionais. “O Céu de Suely”, seu segundo longa-metragem, foi selecionado para o Festival de Veneza em 2006 e recebeu o Grand Coral- First Prize no Festival de Havana e o prêmio de Melhor Filme no Festival Internacional do Rio de Janeiro, dentre outros 50 prêmios. Em 2004 foi recipiente da bolsa Berliner Künstler Program do DAAD – German Academic Exchange Service. Aïnouz acaba de finalizar a série “Alice” para o canal HBO, em parceria com Sergio Machado e atualmente finaliza o longa-metragem Viajo porque preciso, volto porque te amo, em parceria com Marcelo Gomes e prepara seu próximo longa-metragem, Praia do Futuro.
// JÚNIA TORRES (Belo Horizonte, MG) // Mediadora do Debate com o Grupo Galpão sobre o filme “MOSCOU”
Júnia Torres é Mestre em Antropologia pela Universidade Federal de Minas Gerais. É Presidente da Associação Filmes de Quintal e Trabalha na Produção e coordenação do forumdoc.bh, - Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte. Já atuou como produtora, pesquisadora e dirigiu os documentários “Nos olhos de Mariquinha” em 2008; “Um Olhar Sobre os Quilombos no Brasil” em 2007; “Salve Maria”, Reinos Negros na Metrópole” em 2006; “Dentro do Cárcere”, em 2005; “Saberes e Sabores da África no Brasil”, em 2004; “Aqui Favela, o Rap Representa”, em 2003 e o vídeo-homenagem “O Cinema Negro de Zacarias dos Santos”, em 2003.
// LUANA MELGAÇO (Belo Horizonte, MG) // Produtora Executiva do Projeto TECER
Luana vive e trabalha em Belo Horizonte. Graduou-se em Comunicação Social, habilitação Rádio e Televisão pela Universidade Federal de Minas Gerais no ano de 2000. Desde 2005, atua como coordenadora de produção e produtora executiva em projetos de curtas e longas-metragens em BH. Na TEIA, produziu os curtas Trecho e Outono, premiados em festivais nacionais e internacionais. Atualmente, Luana prepara a distribuição do documentário Acácio, de Marília Rocha e desenvolve o projeto "Girimunho", primeiro longa-metragem de Clarissa Campolina e Helvécio Marins Jr.
// MARIA AUGUSTO RAMOS (Brasília, DF) // Diretora do filme “Juízo”
Maria Augusta Ramos nasceu em Brasília em 1964. Depois de se graduar em música pela UNB - Universidade de Brasília, mudou-se para a Europa onde estudou Musicologia e Música Eletroacústica em Paris, no Groupe de Recherche Musicale (Radio France) e, logo depois, em Londres, na City University. Em 1990, mudou-se para a Holanda onde ingressou na The Netherlands Film and Television Academy, especializando-se em direção e edição. Seu primeiro longa-metragem, “Brasília, Um Dia em Fevereiro” recebeu o Prêmio do Júri no Festival de Documentários ‘É Tudo Verdade’ e participou de vários festivais internacionais. “Desi”, realizado em 2000, recebeu o ‘Bezerro de Ouro’, prêmio mais importante do cinema holandês. Foi também vencedor do Prêmio de Público no Festival Internacional de Documentários de Amsterdã de 2000, considerado Cannes do cinema não-ficcional. “Rio, Um Dia Em Agosto”, realizado no Rio de Janeiro em 2002, para a TV HOS holandesa, recebeu o ‘Prêmio GNT’ no Festival ‘É Tudo Verdade’. Seu longa-metragem “Justiça”, de 2004, recebeu nove prêmios internacionais, entre eles o ‘Grand Prix’ de melhor filme no Festival Internacional de Cinema ‘Visions du Réel’, na Suíça; ‘La Vague d’Or’ de melhor filme no Festival Internacional de Cinema de Bordeaux, França; o ‘Grand Prize’ de melhor filme no Festival Internacional de Documentários de Taiwan e o ‘Prêmio da Anistia Internacional’ no Festival Internacional de Documentários de Copenhagen, Dinamarca. Em 2008, lança nos cinemas “Juízo”, seu mais recente longa-metragem.
// MARÍLIA ROCHA (Belo Horizonte, MG) // Coordenadora da oficina TECER
Marília Rocha vive e trabalha em Belo Horizonte/MG. É mestre em Comunicação Social pela UFMG e uma das fundadoras do núcleo audiovisual Teia. Realizou filmes que foram exibidos em alguns dos principais eventos de cinema no mundo, como Rotterdam International Film Festival (Holanda), MoMA – Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (EUA), Melbourne International Film Festival (Austrália), Karlovy Vary IFF (República Tcheca), Guadalajara International Film Festival (Mexico), É Tudo Verdade (Brasil), Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (Brasil), Festival do Rio (Brasil). Seu primeiro longa-metragem, ABOIO recebeu, entre outros, o prêmio de melhor filme brasileiro no 10º É Tudo Verdade. Atualmente ela está lançando seu segundo longa, ACÁCIO.
// MARINA MELIANDE (Rio de Janeiro, RJ) // Diretora do filme “A Fuga da Mulher Gorila”
Marina Meliande, 28, cineasta e montadora - realizou dois premiados curta-metragens, "Por dentro de uma gota d'agua" e "O Nome Dele (o clóvis)", exibidos em mais de 40 Festivais Internacionais, e trabalhou como montadora em 37 filmes. Nos últimos dois anos, Marina foi artista residente no Le Fresnoy - Studio Nacional des Arts Contemporains (França), onde produziu e exibiu duas video-intalações. Hoje Marina prepara com Felipe Bragança, "A Alegria", seu segundo longa metragem, o segundo de uma trilogia chamada Coração no Fogo, iniciada com "A Fuga da Mulher Gorila" e completada com Desassossego, filme coletivo com cineastas de sua geração. Marina também desenvolve a pesquisa de seu projeto premiado de média metragem, A Imagem que Fica, que será finalizado em 2010.
// MIGUEL GOMES (Lisboa, Portugal) // Diretor do filme “Aquele Querido Mês de Agosto”
Nasceu em Lisboa, em 1972. Estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema. Trabalhou como crítico de cinema na imprensa portuguesa entre 1996 e 2001. A partir de 1999, dedica-se à realização cinematográfica, dirigindo diversos curtas-metragens, como “Inventário de Natal” (2000), “Trinta e Um” (2001) e “Cântico das Criaturas” (2006). Estreou na direção de longas-metragens em 2004 com “A Cara que Mereces”.
// PABLO LOBATO (Bom Despacho, MG) // Diretor do filme “Acidente”
(1976) Nasceu em Bom Despacho, MG, Brasil. Vive e trabalha em Belo Horizonte, MG, Brasil. Graduado em Comunicação e Artes - PUC Minas. Especializou-se em cinema – PUC Minas/UFMG. Estudou fotografia na escola Guignard - UEMG. Das exposições e festivais dos quais participou destacam-se: Documentary Fortnight do MoMA – Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, 2009; Panorâmica - Museu Tamayo de Arte Contemporânea, Cidade do México, 2009; Panorama da Arte Brasileira 2007 no Museu de Arte Moderna de São Paulo; 60º Film Festival Locarno, Suíça, 2007; Sundance Film Festival, EUA, 2007; 36° International Film Festival Rotterdam, Holanda, 2007. Tem filmes premiados em festivais no Brasil e exterior. Dentre eles, “Acidente”, Melhor Documentário Ibero-Americano no 22º Festival Internacional de Cinema de Guadalajara, México, 2007. Foi contemplado pelo Programa Rumos Itaú Cultural Cinema e Video 2001 e pelo 29º Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte – Bolsa Pampulha. Bolsista da John Simon Guggenheim Foundation, Nova Iorque, 2008-2009.
// PAULA GAITÁN (Paris, França) // Diretora do filme “Vida”
Paula Gaitán é cineasta , artista visual e fotógrafa. Com seus filmes e vídeo-instalações participa de algumas mostras, festivais, exposições: Salão da Bahia com a série “Bresson”, e “Pela Água”, Exposição de fotografias “Kynoperspectiva” no Museu Malba de Buenos Aires (2004), Imagem da Imagem , Itaú Cultural 2007. Filme “Diário de Sintra” 2007 (Tribeca, Guadalajara, Bafici, Viennale, Havana), “Uaka” 1989 (festivais de San Francisco, d’Amiens, Havana) “Kogi” 2009 (tribeca film festival), “Monsanto” 2008, “Lygiapape” 1991. Sócia da produtora Aruaka filmes e professora de cinema experimental e documentário. Realiza entre 1994 e 2000 40 documentários para Colcultura Tv Pública da Colômbia.
// PEDRO ASPAHAN (Belo Horizonte, MG) // Professor oficina TECER em Guaxupé - MG
Pedro Aspahan é formado em Rádio e Tv pela Universidade Federal de Minas Gerais, onde cursou a especialização em Comunicação: “Imagens e Culturas Midiáticas”, e onde também concluiu o mestrado com a dissertação: “Entre a escuta e a visão: o lugar do espectador na obra de Robert Bresson”. É membro da Associação Filmes de Quintal, trabalhando na organização do forumdoc.bh – Festival do filme documentário e etnográfico de Belo Horizonte. Como técnico de som, participou da produção de inúmeros filmes do cinema mineiro, entre documentários e ficções. Atua também como montador e é professor do curso de especialização: “Processos Criativos em Palavra e Imagem” do Instituto de Educação Continuada (IEC) da PUC-Minas, com a disciplina “Paisagens Sonoras: Princípios para uma escuta criativa”.
// SÉRGIO BORGES (Belo Horizonte, MG) // Coordenador do Projeto TECER e Professor Oficina TECER em Governador Valadares
Sérgio cria obras audiovisuais desde 1996. Seus filmes e vídeos participaram e foram premiados em diversos festivais nacionais e internacionais dos quais destacam-se: 60º Film Festival Locarno, Suíça; 12º Miami Internacional Film Festival, EUA; 7º Encounters, Inglaterra; Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; Festival de Nuevo Cine Latinoamericano de Havana, Cuba. Foi premiado com o curta Silêncio como melhor filme de diretor estreante no 9º Festival Luso-Brasileiro de cinema de Santa Maria da Feira, Portugal; com o média Mira no Festival É Tudo Verdade, São Paulo, com o prêmio aquisição DirecTV; É autor dos livros O Guerrilheiro Nuclear e o pacifista a conversar (Ed. Manga -Coleção Poesia Orbital) e Solar (Ed. Sêlo Editorial). Realizou exposições fotográficas, de artes plásticas e performances-instalações. Atualmente está em fase de montagem de seu primeiro longa-metragem Demasiadamente Humanos.
// STELLA SENRA (São Paulo, SP) // Debatedora / “A Invenção da Cena”
Stella Senra é Doutora em Ciências da Informação pela Universidade Paris II, onde defendeu tese sobre o Cinema Novo Brasileiro. Fez seu Pós Doutorado na Universidade de Paris VII. Depois de uma passagem pela PUC-SP, onde lecionou na Faculdade de Comunicação e Filosofia e no Pós Graduação em Comunicação e Semiótica tem se dedicado à pesquisa e ensaismo nas áreas de Cinema, Vídeo e Fotografia. Sobre esses temas, tem algumas dezenas de artigos publicados em livros, revistas especializadas e jornais. É autora de "Imagens de Cinema - O último jornalista" pela Editora Estação Liberdade, 1997 e 2000.
// TATIANA MITRE (Belo Horizonte, MG) // Assistente de Produção do Projeto TECER
Graduou-se em Cinema e Vídeo pelo Centro Universitário UNA em 2008. Atualmente cursa a pós-graduação em História da Cultura e da Arte na Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Atuou como assistente de Produção no longa-metragem “Descaminhos” e nos curtas “Oxicianureto de Mercúrio” e “Ouro Branco”, além de produzir dois curtas-metragens: “Paralelo” e “Fotossíntese”. Também atuou como assistente de pós-produção nos Longas “5 Frações de Uma Quase História” e “Fronteira”.
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