Fundada em 2003, em Belo Horizonte, a Teia é um centro de pesquisa e produção audiovisual composto por Clarissa Campolina, Helvécio Marins Jr., Leonardo Barcelos, Marília Rocha, Pablo Lobato e Sérgio Borges. Os seis realizadores trabalham de forma colaborativa, combinando produções e pesquisas individuais com trabalhos que envolvem todo o centro e outros parceiros.
Desde sua criação, a Teia tem produzido filmes, vídeos, instalações, realizado oficinas e mostras no Brasil e exterior. Seus filmes receberam mais de 60 prêmios em festivais brasileiros, alguns deles em relevantes festivais do país, como É Tudo Verdade (Melhor longa brasileiro com Aboio, 2005), Festival do Rio (Melhor longa documentário pela ABD&C com Acidente, 2006) e Brasília (melhor curta com Trecho, 2006).
Com ampla participação em festivais e mostras internacionais, a Teia teve seus filmes selecionados em importantes eventos e festivais como Locarno, Sundance, Rotterdam, Karlovy Vary, e recebeu prêmios em festivais como Guadalajara, (Acidente, 2007) Mannheim-Heildelberg (Nascente, 2006), Alternativa Barcelona (Nascente, 2006), Santa Maria da Feira, Portugal (Silêncio e Nascente, 2005).
O centro e seus integrantes realizam a coordenação e a curadoria de mostras e oficinas no Brasil e exterior. Com o projeto Tecer, a TEIA fortalece essa vertente propondo um conjunto de atividades e a criação de espaços para o pensamento acerca das imagens na contemporaneidade, quando serão oferecidos instrumentos para a crítica e a criação audiovisual.
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